Confira 24 dicas para hora de sair do armário

1. Nunca saia do armário durante uma discussão ou para agredir alguém.

2. Nunca saia do armário num veículo em movimento.

3. Um indíviduo é mais dotado de raciocínio que um grupo de pessoas reunido. Saia do armário para uma pessoa só por vez e em algum lugar privado.

4. Pessoas ignorantes podem dizer coisas sem imaginar que são dolorosas de ouvir. Lembre-se de que simplesmente eles não têm consciência e que (provavelmente) estão em estado de perplexidade.

5. Eles podem já saber.

6. Sair do armário como drag não é muito indicado (a menos que você tenha os sapatos certos...)

7. Lembre-se que um turbilhão passa pela cabeça da pessoa a sua frente: ela tem que lidar ao mesmo tempo com a idéia que tem de gay, com você como uma pessoa de carne e osso e a combinação das duas (já que você provavelmente não se enquadra em seu estereótipo de gay).

8. Esteja sóbrio.

9. Não leve seu namorado com você. É melhor dar um passo de cada vez.

10. Esteja pronto para dar tempo e espaço necessário para a pessoa pensar a respeito antes de qualquer discussão ter vez.

11. Esteja pronto para ser interpelado com questões que podem ou não ofendê-lo.

12. Para algumas pessoas é difícil admitir que seu conhecimento sobre um assunto é limitado. Leve um livro, panfleto, número de telefone ou qualquer outro recurso a que seu interlocutor possa recorrer quando você não estiver por perto.

13. A vida é sua, você só pode contar com você, e seu argumento fundamental é que você vai continuar vivendo como uma pessoa gay não importando as objeções de outrem quanto a isso.

14. Pode não ser má idéia ter a mão um Lexotan 6 mg.

15. Existem pessoas que nunca irão suportar não fazer diferença o que disserem.

16. Se sua audiência estiver com uma expressão mau-encarada, não faça nenhum movimento brusco.

17. Respire (Profundamente).

18. Nenhuma experiência em sair do armário pode ser comparada com outra. É um momento único

19. Não agende nada mais para o resto do dia/noite.

20. A maioria das pessoas precisam de um bom tempo para pensar realmente sobre as coisas.

21. Sempre tenha um plano de escape. Você pode não precisar dele, mas se precisar será bom não ser pego de surpresa. Tenha um lugar para continuar o entrave durante a noite e dinheiro que você possa utilizar caso a cena persista por mais tempo.

22. Tenha habilidade ao falar, mas não se deixe intimidar. Em último caso, grite - você precisa se defender também.

23. Apenas porque você saiu do armário para alguém não significa que não tenha que fazer isso outra vez, e mais outra, e outra.

24. E não tente responder a perguntas sobre nenhum artista supostamente gay, ok!?

Peguei no MixBrasil

Instituto holandês alerta para aumento de suicídios entre jovens gays na Europa


Metade dos jovens gays e lésbicas ouvidos em pesquisa feita pelo governo da Holanda já pensaram em cometer suicídio. Quase um em cada dez meninos e uma em cada oito meninas afirmam ter tentado se matar, uma atitude que menos da metade dos homossexuais em geral disse já ter tomado. A tendência é maior entre os mais jovens. É a primeira vez que esses dados são divulgados na Holanda, considerado o país de maior aceitação da homossexualidade na Europa, e geraram um alerta para o tema em outros países do continente.

Em Portugal, tentar suicídio foi um dos sentimentos relatados por vítimas de agressão (verbal ou física) que se queixaram ao Observatório da Educação Educação da Rede Ex Aeqo – associação de jovens homossexuais, bissexuais e transgêneros.

A situação é considerada “preocupante” pelo relatório Just Different, That's All, divulgado no dia 13 pelo Instituto Holandês de Pesquisa Social (SCP, na sigla em holandês), que pede atenção do sistema de saúde do país para a situação psicológica dos jovens.

“Hoje, as políticas do governo são voltadas para [a prevenção de] espancamentos de gays. Mas o risco de suicídio definitivamente se tornará preocupação”, diz Saskia Keuzenkamp, coordenadora da pesquisa, em entrevista ao Opera Mundi. “São dados relativamente novos. Algumas ONGs haviam notado e pedido para o governo fazer algo”. No entanto, a coordenadora da pesquisa aponta que nenhuma medida foi tomada pelas autoridades.

O estudo foi feito com base em questionários destinados a cerca de 1,6 mil jovens entre 16 a 25 anos e 30 entrevistas. O SCP considera o universo amostral como representativo, apesar de não haver uma estatística formal que classifique os indivíduos de acordo com a opção sexual. Os dados sobre o suicídio entre heterossexuais foram obtidos em outras pesquisas sobre o tema.

Identidade

De acordo com o relatório, o risco de suicídio cresce quando o homossexual vive em um ambiente hostil à sua opção. Um em cada quatro jovens (ou 25%) que disseram ser alvo de reações negativas semanalmente afirma ter tentado acabar com a própria vida. No geral, a taxa gira em torno de um em cada oito lésbicas e quase um em cada dez gays.

Os ataques dificultam a autoaceitação em um período que é justamente de formação da identidade do indivíduo e levam também a uma maior ocorrência de depressão. Os gays que regularmente são alvo de rejeição têm três vezes mais surtos depressivos do que os aceitos, segundo os entrevistados no estudo. As lésbicas mais masculinizadas tendem a ser mais deprimidas do que as demais e o mesmo fenômeno acontece entre os gays afeminados, embora a diferença não seja tão grande.

A Holanda tem uma tradição histórica de aceitação do homossexualismo. No país, desde o início do século passado, a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo não é proibida – algo que foi considerado crime em Portugal até a década de 1980, por exemplo. O país foi o primeiro do mundo a aprovar o casamento homossexual com direito a adoção, em abril de 2001 – a lei portuguesa foi aprovada em maio e retira expressamente esse direito dos casais.

Em outra pesquisa do SCP, divulgada em março, perguntados se seria inaceitável ter um filho gay ou lésbica, 87% dos entrevistados disseram que não. Entre os jovens ouvidos no relatório mais recente, 7% disseram ser rejeitados pelos pais – o que acontece principalmente em famílias religiosas.

Educação

Mesmo nesse contexto, o sentimento homofóbico ainda causa alarme, também porque o que se diz não é, necessariamente, o que se faz. O relatório holandês afirma haver sinais de um recrudescimento da discriminação recentemente, citando registros de ataques físicos – como espancamentos ocorridos na rua. No caso dos jovens, a atenção é voltada para a escola. Quase um em cada cinco dizem não ser aceitos totalmente no ambiente de ensino.

“O ensino secundário não é um lugar seguro para jovens gays e bissexuais. Os jovens impõem normas sexuais e de gênero rígidas uns aos outros. O escárnio e o bullying são a norma”, aponta o documento. A mesma situação é relatada pelo Observatório da Educação da Rede Ex Aequo em Portugal. “É evidente que, para muitos alunos e alunas, a fase em que descobrem e assumem a sua homossexualidade é muito complicada, frequentemente feita no seio do preconceito e do insulto, num ambiente claramente hostil”, diz Isabel Advirta, da direção da ONG ILGA-Portugal, de apoio à causa homossexual, ao Opera Mundi. “As escolas portuguesas não são, portanto, um território amigável para os e as jovens LGBT.”

Os dados do Observatório da Educação da Rede Ex Aeqo, de Portugal, permitem ter um olhar de relance de como essa hostilidade se constitui. Entre 2006 e 2008, foram recebidas no órgão 92 queixas informais de pessoas que foram vítimas ou presenciaram agressões em decorrência de orientação sexual. Desse total, 76 são alunos e a maioria dos agressores também são estudantes. Um dos relatos, do relatório de 2008, é da discussão entre professores sobre baixar a nota de um aluno após a descoberta de sua homossexualidade. Há situações em que a violência vem de outro homossexual, o que pode ser uma estratégia para coibir a própria opção.

Para Vera Bergkamp, presidente da COC Netherlands - ONG que se diz a mais antiga entidade de defesa dos direitos dos homossexuais no mundo e que tem a juventude como um de seus principais focos de atenção -, a questão da homossexualidade deve ser incluída no conteúdo ensinado em aula. Ela defende, por exemplo, que os professores indiquem a orientação sexual de figuras históricas.

“A escola é um dos locais em que há os maiores problemas. Se você não lê sobre alguém que foi gay, se não se comenta sobre isso, é fácil achar que há um problema com você”, diz a ativista ao Opera Mundi. A Rede Ex Aequo aponta a mesma falha: evita-se a menção à homossexualidade de figuras históricas importantes, o que não contribui para uma visão mais positiva da opção tanto por quem a fez como por quem não a fez, diz o relatório de 2008 do Observatório da associação.

Outros países

Além de serem alvo de rejeição fora de casa de forma mais comum do que os adultos, os jovens tendem a ser mais sensíveis a esses ataques, na opinião de Saskia, a coordenadora da pesquisa holandesa. Por isso, a alta taxa de aceitação pelos pais, identificada na pesquisa, convive com também altos níveis de depressão e pensamento suicida.

“Para os jovens, os pais são importantes, mas os amigos são tão importantes quanto. Na puberdade, é muito importante o que os seus colegas pensam de você”, diz a pesquisadora.

Em 2008, foi perguntado aos europeus se eles concordavam com a frase “os gays e lésbicas devem ser livres para viver como quiserem”. Enquanto aproximadamente 5% dos holandeses afirmaram discordar. Em Portugal, no meio da tabela, de 15%. Já na Rússia, o índice foi de quase 50% - o maior entre 21 países pesquisados.

“Os índices de suicídio entre jovens em geral é muito alto na Rússia. Eu suspeito que entre a juventude LGBT não seja exceção”, diz Polina Savtchenko, coordenadora de projetos da Coming Out ("saindo do armário") e da The Russian LGBT Network. “Nas escolas, não há ajuda disponível para a juventude homossexual. Os psicólogos não estão preparados ou educados para lidar com a orientação sexual adequadamente”, afirma.

Um dos principais lobbys da organização, afirma Polina, é classificar como crime de ódio o ataque contra homossexuais. “Não há proteção contra discriminação com base na orientação sexual. Você pode ser discriminado na escola, no trabalho.” Sem uma política central nesse sentido, o tratamento nas escolas depende da posição dos profissionais da educação em relação ao homossexualismo e a homofobia ocorre entre eles, diz ela.

“Se é claro que em algumas escolas a orientação curricular e a formação pessoal dos educadores ajudam a um ambiente amigável e acolhedor das diferenças, sejam elas quais forem, também é verdade que em outras escolas acontece o contrário”, diz Isabel Advirta, da ILGA-Portugal.

Leões gays / bissexuais - Homossexualidade no reino animal

30 IDÉIAS PARA AJUDAR A CAUSA LGBT DO SEU JEITO.


ASSUMA-SE (auto-estima, orgulho, aceitação)

1) Por mais que existam piadas, comentários, opiniões e até religiões reforçando o preconceito e a homofobia e tentando esculhambar os homossexuais, lembre-se de que a sua orientação sexual não vale menos do que as demais, nem é motivo de vergonha. Você não é melhor ou pior do que os outros (muito menos sujo, pecador, culpado ou doente) por ser homo, bi ou heterossexual. Sua sexualidade é apenas mais um detalhe sobre você, assim como a cor dos seus olhos.

2) Sair do armário pode ter um custo na vida pessoal que deve ser avaliado. Mas também pode trazer benefícios. O fim das mentiras é sempre um alívio. Vencido o estranhamento inicial, suas relações ficam mais próximas, profundas e autênticas, com parentes e amigos gostando de quem você é de verdade. Além disso, você faz sua parte para que a sociedade assimile melhor a diversidade, ao mostrar a ela referências diferentes dos estereótipos. Pense nisso e tome sua decisão, no momento oportuno e para as pessoas que julgar adequado (você não precisa dividir sua intimidade com todo mundo).

3) Dê apoio àquele(a) amigo(a) que saiu ou foi retirado(a) do armário. Mesmo se foi uma decisão precipitada ou as conseqüências foram desastrosas, jamais lamente ou critique. Um e-mail, um telefonema, um convite para um café (ou, em casos extremos, uma mãozinha para conseguir um novo lar ou um novo emprego), são boas maneiras de ajudar.

4) Não tenha medo de andar de mãos dadas, beijar e fazer as mesmas carícias que outros casais podem trocar em locais públicos. Ninguém tem o direito de pedir que você pare de fazer aquilo que é permitido aos demais. Expressar seu carinho não significa agredir ninguém e você não precisa ficar constrangido por isso.

5) Da próxima vez que você ouvir uma piada escrota ou um comentário maldoso contra homossexuais, não finja que acha natural, muito menos engraçado. Avalie quem são seus interlocutores e, se você achar que vale a pena, mostre que essas visões são fundadas em preconceitos e ideias inadequadas. Muitas vezes, o problema é de falta de informação (o que também vale para quem fala em “homossexualismo” e “opção sexual”). Você pode ajudar a mudar a mentalidade sem se tornar um patrulheiro chato.

6) Não semeie o preconceito interno. Você pode preferir alguns estilos, tribos ou grupos, com quem tem mais afinidade. Mas isso não lhe torna melhor do que os “afeminados” (ou as “masculinizadas”), pobres, nordestinos, negros ou gordos, nem lhe dá o direito de desprezá-los ou humilhá-los. Não faz sentido gays falarem mal de travestis, travestis falarem mal de lésbicas, lésbicas falarem mal de gays...



DEFENDA-SE (consumo, preconceito, justiça)

7) Exerça seu poder de consumidor. Boicote produtos e serviços oferecidos por empresas com posturas homofóbicas ou propagandas preconceituosas. O mesmo vale para programas de TV que ridicularizam homossexuais. Por outro lado, prestigie estabelecimentos que simpatizem com a causa – mas tente diferenciar os que são genuinamente friendly daqueles que não passam de oportunistas de plantão.

8) Você viu alguém levando um “coió”, sofrendo violência física? Chame a polícia imediatamente. Seja solidário e preste todo tipo de socorro à vítima que estiver ao seu alcance, sem se colocar em perigo. E testemunhe em favor do ofendido, caso ele decida prestar queixa. Pesquisas apontam que boa parte dos LGBTs que sofrem violência não relata o ocorrido a ninguém. Mas denunciar é a única maneira de atacar o problema e combater a impunidade.

9) Se você sofrer preconceito, discriminação e/ou violência em razão da sua sexualidade em qualquer lugar público, não se cale: denuncie. Quem está em São Paulo conta com o apoio da Lei Estadual nº 10.948 e não precisa expor sua identidade. Pesquise se na sua cidade ou estado há leis contra a discriminação, ou mesmo órgãos e delegacias especializados. Mesmo se não houver, o Ministério Público está em todo lugar e pode ajudar. Existem ONGs que podem ajudá-lo no contato com as autoridades.

10) Sofreu perseguições, humilhações, foi despedido por conta da sua orientação sexual? Reúna provas e testemunhas (ambas são indispensáveis!), procure um advogado e corra atrás dos seus direitos. Para quem não tem condições financeiras de bancar um advogado, a Defensoria Pública presta assistência jurídica gratuita e tem defensores especializados em LGBTs. O processo judicial levará tempo, mas a vitória proporcionará a reparação dos danos e ainda servirá de exemplo – para quem sofre processar, e para quem persegue pensar duas vezes.

11) Quando você se deparar com um site ou qualquer outra manifestação homofóbica na internet, denuncie à SaferNet. Faça o mesmo quando encontrar algo sexista, racista ou preconceituoso contra qualquer outra população.


ORIENTE-SE (informação, política)

12) Leia jornais e/ou assista ao noticiário na TV. Mantenha-se informado sobre o que acontece na sua cidade, no seu país, no mundo - e não apenas no meio gay.

13) Procure conhecer a história dos políticos em quem você pensa em votar. Você pode escolher candidatos mais comprometidos com os interesses da causa LGBT – e ajudar a evitar que outros militem contra nós e fechem portas importantes. Mas não vote em alguém só porque ele é homossexual ou aproveita para fazer palanque nas manifestações e depois some.

14) Saiba quais são os projetos de lei de interesse LGBT que aguardam votação: o que eles preveem e como eles podem mudar a sua vida.

15) Acompanhe a atuação dos parlamentares em quem você votou no que se refere às ações contra a homofobia. Pesquise se eles integram a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT. Comunique-se com deputados ou senadores e cobre deles apoio aos projetos e compromisso com a cidadania LGBT.

16) Registre seu apoio ao PLC 122 (que criminaliza atitudes homofóbicas em todo o território nacional) através do Alô Senado, um serviço telefônico que permite que cidadãos se manifestem sobre iniciativas em trâmite no Congresso. Basta ligar para 0800 61 22 11 e pedir que senadores do seu Estado, em especial aqueles que fazem parte da Comissão de Assuntos Sociais, votem pela aprovação do projeto. Se você não sabe quem são os senadores do seu Estado, a telefonista poderá informar. A operadora vai solicitar dados pessoais, mas não se preocupe: isso é apenas para evitar que uma mesma pessoa faça várias ligações. É seguro e gratuito. O mesmo pode ser feito por meio do site.


ENGAJE-SE (participação social, voluntariado)

17) Manifeste suas convicções para o mundo. Pode ser abrindo um blog, com temas de interesse político de LGBT, ou mesmo escrevendo uma carta a uma revista de grande circulação ou ao jornal da sua cidade. Opiniões favoráveis aos nossos direitos precisam ser ouvidas pela sociedade.

18) Colabore com pesquisas sobre LGBT, seja sobre saúde, direitos, violência ou qualquer outro tema. Para que as autoridades tracem políticas públicas, elas precisam conhecer melhor nossa população.

19) Considere a ideia de fazer algum tipo de trabalho voluntário. Há muitos segmentos que precisam de ajuda, dentro e fora do universo LGBT.

20) Existem muitas ONGs organizadas para defender interesses da população LGBT. Tenha um pouco de curiosidade e disposição e procure conhecê-las. Informe-se sobre os projetos, divulgue suas campanhas, atividades e iniciativas. Nós listamos algumas delas na barra lateral deste blog.

21) Preste ajuda financeira a ONGs, casas de apoio ou iniciativas pró-LGBT cujo trabalho você conheça. Para conseguir mais doações, faça um jantar ou festa e peça aos amigos para trazerem dinheiro, no lugar do presente. Se você tem uma boate, bar ou similar, uma maneira de colaborar é escolher um dia por ano e destinar uma parte da renda que faturar.

22) Pense também em outras formas de auxílio material, além de dinheiro. Casas de apoio recebem doações de roupas, móveis, utensílios e até produtos de limpeza. Ou a cesta básica que você recebe no trabalho e não utiliza. Ou aquele computador velho que você encostou quando comprou um mais moderno.

23) Ofereça-se para traduzir textos dos sites de instituições pró-LGBT para o inglês, o espanhol, o francês ou outras línguas que você conheça. Você não precisa sair de casa, não gasta nada e faz um trabalho que custa caro para a maioria das entidades.

24) Colabore oferecendo algumas horas semanais do seu trabalho. Conforme o seu ramo de atividade, você pode prestar assessoria jurídica a uma ONG, ou atendimento psicológico a pacientes convivendo com o vírus HIV/AIDS, ou desenvolver quaisquer outros trabalhos na sua especialidade. Seja criativo e pense em como aproveitar sua formação para colaborar com a causa.

25) Se você é homem, relaciona-se com outros homens e não contraiu o vírus HIV, ofereça-se para participar do IPrEx. É uma pesquisa em escala global para testar um medicamento usado no tratamento de soropositivos e descobrir se ele é eficaz para evitar o contágio. O estudo é conduzido pelo Hospital das Clínicas (São Paulo) e pelo Instituto de Pesquisa Evandro Chagas da Fiocruz (Rio de Janeiro). Outras pesquisas sobre vacinas e medicamentos devem ser implementadas até a obtenção de resultados no combate ao HIV. Todas merecem sua atenção.


CUIDE-SE (sexo, drogas e outras travessuras)

26) Sexo seguro é uma opção pessoal, cuja responsabilidade é de cada um. Não se baseie em aparências ou presunções – elas enganam. A decisão de abrir mão do preservativo em um relacionamento precisa ser muito bem pensada pelos dois parceiros, e nenhum deles deve pressionar o outro na negociação. Se você fez esse pacto e depois se expôs a uma situação de risco, não deixe tudo como está: reintroduza o sexo seguro na relação, faça os exames e repita-os após 3 meses e 6 meses. Não exponha o parceiro que confiou a saúde a você.

27) Busque informações sobre todas as doenças sexualmente transmissíveis. Não se preocupe apenas com o HIV e a AIDS. Há outras DSTs cujo contágio se dá com muito mais facilidade, sem necessidade de troca de fluidos entre os parceiros. Conheça os sintomas internos e externos e lembre-se de que prevenir é bem melhor do que remediar. Por essa mesma razão, fazer exames sorológicos periodicamente (sobretudo de HIV e hepatites) também é uma boa ideia. Não existe vacina para a hepatite C, mas, para a A e para a B, sim. Em alguns casos, essas vacinas são disponibilizadas gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

28) Vai sair para fazer uma pegação básica? Ande com algumas camisinhas a mais no bolso, e distribua para os colegas que necessitarem. Qualquer posto de saúde fornece preservativos gratuitamente. Saunas também.

29) Foi flagrado fazendo pegação em um parque, banheiro ou qualquer outro lugar público? Você deve saber que cometeu uma infração. Mas esse delito é considerado como de menor potencial ofensivo. Pelo caminho correto, você será conduzido à delegacia (jamais mantido em cárcere privado numa “salinha da segurança”, muito menos agredido fisicamente!), será lavrado um termo circunstanciado e você responderá, em liberdade, a um procedimento no Juizado Especial Criminal, que costuma resultar em condenação ao pagamento de cestas básicas. Lembre-se que a polícia tem corregedoria e ouvidoria para investigar abusos. Mesmo tendo cometido uma infração, você possui direitos que devem ser respeitados.

30) Antes de pensar em ingerir drogas, anabolizantes ou medicamentos pesados, informe-se sobre os efeitos, riscos e conseqüências do uso de cada uma dessas substâncias, e passe essas informações adiante sempre que puder. O responsável pelos seus atos não é o seu amigo, o atendente da farmácia ou o professor da academia, muito menos o traficante – e sim você, somente você. FONTE

Desejos sexuais Homossexuais

DIFICULDADES





Entendendo a própria sexualidade
A primeira grande dificuldade que o jovem homossexual enfrenta é a intrapsíquica: o indivíduo muitas vezes não conhece e não aceita a sua sexualidade ou não conhece referências mínimas internas para concebê-la, dado que o que se apresenta na realidade dele, pelo menos na realidade visível, é sempre um padrão heterossexual. Na nossa mente, a gente concebe um conceito que se chama ideal de eu, o eu que nós imaginamos ser ideal para nós sermos, construído a partir de todas as nossas experiências. Então tem um conflito muito grande desse sujeito, porque ele se vê desejando ser heterossexual, porque faz parte do ideal de eu dele, e a dificuldade da experiência sensória e amorosa é outra. Então essa é a primeira coisa, para ele viver sua própria sexualidade, ele vai precisar aceitar que esse ideal de eu é um ideal construído, relativo.


IsolamentoIsolamento
Normalmente, por se sentir diferente, o jovem homossexual já tem um histórico de isolamento familiar, ou de isolamento do próprio grupo de escola, de amigos. Então isso já faz com que ele tenha um pouco menos de habilidade social, ele vai se fechando. Por isso a gente encontra muitos gays tímidos, fechados, muito estudiosos, é um padrão, não é 100% real, mas é bastante freqüente, porque é uma forma de proteção, ele investe a s energias dele em outras áreas que não a sexuais e amorosas, justamente com medo de que seja descoberto ou mesmo pela impossibilidade de compreender aquele universo.


Família
Uma outra coisa que é bastante conflitiva é a família, porque geralmente a pessoa imagina que o familiar não vai receber bem essa nova definição da personalidade dele. Em parte, existem fantasias, que impedem inclusive que essa pessoa se aproxime da família, dos amigos, mas em alguns casos existem família, amigos, que realmente são violentos em relação à aceitação. Mas é esse o problema: o paciente nunca sabe exatamente qual vai ser a reação, então ele tem desde as histórias folclóricas, passando pelas histórias verídicas realmente violentas, até uma possibilidade de aceitação.


Cultura
A terceira dificuldade, que eu acho q eu é a mais grave, á a mais difícil de você dominar, é justamente a própria cultura. Ao mesmo tempo que eu estou fazendo uma séria crítica à nossa cultura recente de que existem modelos bastante estereotipados para você se identificar sexualmente, a gente não pode negar que essa liberdade gera uma demanda de visibilidade, uma demanda de se ver, de se reconhecer na TV, no cinema, no teatro. Obviamente a nossa arte ela não é só medíocre, ela tem uma gama de pessoas maravilhosamente criativas, então há filmes maravilhosos, programas de TV maravilhosos, peças de teatro excelentes, uma mídia virtual que às vezes oferece material de extrema qualidade. Hoje é inegável que você tem para o adolescente a possibilidade de ele entrar em contato com um universo simbólico muito melhor e ainda assim bastante diversificado.

CONSELHOS PARA OS JOVENS


Construindo relações verdadeiras
A primeira coisa que aconselho para o jovem é procurar ter uma relação melhor com sua família, procurar ter uma relação melhor com seus amigos. O quer é ter uma relação melhor? Quando você não é verdadeiro, honestamente, no sentido emocional mais profundo do termo, você tem um empobrecimento relacional, e você perde em cumplicidade, intimidade. E a única coisa que vence o preconceito é a intimidade. Estudos mostram que não é um argumento racionalmente elaborado que muda a atitude preconceituosa.


O vínculo amoroso vence o preconceito
A coisa mais potente para derrubar o preconceito é uma experiência particular com o indivíduo daquele grupo contra o qual você tem preconceito. E geralmente o vínculo amoroso como esse indivíduo ganha esse conflito. Então o melhor conselho que eu dou para um jovem que está pensando em falar da sua sexualidade é: construa relações profundas, significativas com as pessoas. Se você construir essas relações, certamente você vai escolher pessoas que te respeitem, porque você vai criar uma relação íntima e profunda tem uma zona de cuidado com o outro, e obviamente tudo o que cair nessa relação vai ser cuidado, vai ser respeitado.


Escolhendo para quem contarEscolhendo para quem contar
Além de criar uma boa relação com sua família e com seus amigos, escolha os seus melhores amigos, os mais íntimos, que você confia e cuida mais e fale somente para eles. E outra coisa: nunca fale da sua sexualidade para alguém com quem você não tenha uma extrema intimidade, porque a sexualidade é um assunto íntimo. Então comece conversando com pessoas em quem você pode confiar. E se você tiver algum problema, procure orientação de um psicanalista, ou de um psicólogo, mas aí você tem que ter um cuidado muito grande na escolha, porque não pode ser uma pessoa preconceituosa, tem que ser uma pessoa que entenda de sexualidade.


homossexualidade não é doença
Hoje a gente tem grandes psicólogos, que fazem pesquisas maravilhosas, que concebem a sexualidade de uma maneira muito interessante. Tanto que boa parte desses psicólogos se reuniram e construíram uma legislação que hoje proíbe qualquer psicólogo do Brasil a exercer atividade discriminatória contra a homossexualidade, ou mesmo tratar a homossexualidade como doença. Hoje você pode sofrer um processo ético se, por exemplo, tratar um paciente como se ele fosse doente por ele ser homossexual.

CONSELHOS PARA OS PAIS


Pais esclarecidos, filhos bem resolvidos

Para os pais, eu digo: aceitem. Não há outra solução. Basicamente, a principal coisa que tem que ser dita aos pais é que não há como seu filho mudar a sua orientação sexual. Não há essa possibilidade. Quanto mais cedo você aceitá-lo, melhor. A segunda coisa que eu acho que tem que se dizer é: você não tem noção do quanto a sua não aceitação sobre seu filho pode causar efeitos nefastos e muito duradouros ele. A maioria dos filhos que sofre muito, atrozmente, são filhos de pais que não aceitam, a sua sexualidade. Tem pacientes que eu atendo com 40, 50 anos, que já saíram completamente da vida de jovens, são pessoas maduras, que sofrem conseqüências muito penosas por terem sido rejeitados pelos seus pais. Isso é terrível. Ao passo que uma mãe e um pai que aceitam seus filhos, a diferença é gritante, como essas pessoas são mais equilibradas emocionalmente.


Renúncia aos ideais
Para os pais, geralmente, também há um grande conflito. Dentro do ideal de eu, também tem o ideal de pai, e o ideal de pai é o ideal de um pai que tem um filho de determinada maneira. Então é muito importante que todos os pais que soubessem da sexualidade dos seus filhos procurassem uma ajuda psicológica, porque eles vão ter que fazer uma renúncia aos seus ideais.


Apoiando as decisões dos filhos

Os pais têm que imaginar que a vontade do filho é soberana em relação à vida dele, e também ter uma concepção de que é importante apoiar as escolhas e decisões dos filhos. E isso já é um grau de elaboração muito grande. É muito difícil você renunciar a um ideal se você não tem nenhuma força contra isso. Então o trabalho dos pais é mais difícil mesmo. Por isso eu acho que é mais importante que os pais sejam acompanhados psicologicamente do que os filhos, porque eles é que vão ter que fazer uma renúncia forte. Às vezes surge um sentimento de culpa, como se eles fossem responsáveis pela sexualidade, isso não é verdade. Ninguém consegue criar desejo em outra pessoa, isso é impossível. Do mesmo jeito que você não consegue seduzir uma pessoa que não esteja te desejando, você não consegue impedir que uma pessoa deseje determinado objeto.

Como assumir ?

Auto-aceitação

Quando chega a pré-adolescência e a adolescência, essa coisa da orientação sexual ainda não é muito clara para o adolescente, até porque ele não tem clareza do que é a sexualidade. Então, quando ele adquire clareza da orientação sexual e gostaria de sair do armário, entra o grande medo que esse adolescente tem de se revelar. Claro que esse medo vai depender do ambiente no qual ele vive como também da história dele de como foi essa percepção da diferença, se ele percebeu isso e aceitou de uma maneira natural ou se ele percebeu de cara que era uma coisa muito ruim. E aí, portanto, as suas dificuldades internas sem relação a isso, sua visão negativa, preconceituosa, sua própria visão, vai influenciar na maneira com ele vai administrar a questão de sair do armário ou não. De maneira geral, ainda existe uma homofobia internalizada muito grande, porque não tem como você eliminar anos e anos de uma mensagem negativa a respeito da sua sexualidade. O grau de auto-aceitação varia muito, muito em função da mensagem que essa criança, esse adolescente, esse adulto vem recebendo na sua história de vida.


Saindo do armário aos poucos

Sair do armário pode ser feito de várias maneiras, por exemplo, sair do armário de forma seletiva. O que significa isso? O adolescente hoje entra na internet e tem um contato com uma comunidade que na minha época não existia, e hoje você tem um acesso direto. Esse jovem acaba muito mais estimulado a sair do armário de forma seletiva, para os amigos, começar a freqüentar lugares gays, etc, mas não necessariamente para a família, para a sociedade, porque ainda existe um grau de intolerância muito grande. Claro que, dependendo da família, de onde esse jovem cresce, ele pode ter maior ou menor facilidade de lidar com isso. sair do armário não é necessariamente um ato único em que o sujeito está fora do armário para todo mundo. sair do armário publicamente é a terceira e última etapa desse processo, que é muito mais longo. Por outro lado, também, hoje você tem mais modelos, você tem uma visibilidade um pouco maior, principalmente nas grandes cidades, o que torna essa situação teoricamente menos problemática do que era no passado, mas não necessariamente. Porque uma coisa é você ser aceito nesse pequeno grupo, outra coisa é ser aceito de maneira mais integrada na sociedade. Até em cidades como São Paulo você vê que não é muito fácil você se assumir de uma forma mais aberta.


Família: não há como prever a reação dos pais

Para sair do armário diante da família, é importante que esse jovem saiba que não há como prever a reação das pessoas. Portanto, qualquer tentativa de se mostrar está sempre sujeita às reações das mais diversas. Você tem história de pessoas que esperam que os pais tenham um ataque e os pais falam “ah, eu já sabia”, e você tem história de pessoas que achavam que os pais, liberais e tal, cabeça boa, vão lidar bem com isso, e quando contam os pais querem se matar. Então é importante lidar com uma certa incerteza em relação a como as pessoas vão reagir.


Compreender a dificuldade na aceitação

Segunda coisa: se a maior parte dos homossexuais demora alguns anos para se auto-aceitar, é importante entender que os pais não vão aceitar de uma hora para a outra. Se para eu que sou jovem homossexual é difícil, como é que eu espero que alguém vá aceitar da maneira mais imediata? È preciso também estar preparado para uma situação que não necessariamente vai ser exatamente como eu gostaria que fosse.


Planejando o momento de se abrir

O terceiro ponto que eu acho muito importante é, na medida do possível, que esse jovem planeje, faça um planejamento da saída do armário, porque muitas vezes acontece de uma maneira não planejada e na pior hora possível. Então numa hora numa briga fala: “e também eu sou gay”. Então, nessa hora, as coisas tendem a acontecer de uma maneira muito mais conflituosa do que se há alguma coisa planejada. Tenho uma história de um cliente meu de uns 20 e poucos anos que queria contar para a mãe mas não sabia como. Aí eu recomendei uma peça que estava passando em São Paulo, Norma, que trata da questão de uma maneira muito sensível, e tem uma redenção no final positiva, e todo muito se emociona. Ele levou a mãe no espetáculo, a mãe estava evidentemente sensibilizada, emocionada com aquela situação, ele falou, “bom, eu queria te contar que eu sou gay”. E foi muito bom, porque ele estava emocionalmente muito mais preparada para lidar com isso do que em outra situação. Então isso é o que eu chamo de planejar, qual é o melhor momento, em que não exista um outro conflito aparecendo.


orientação sexual não é só sexo

Outra coisa que eu acho importante, dentro desse planejamento, é se preparar para como eu vou dizer. È importante que esse jovem fale de sua orientação sexual de uma maneira ampla e muito mais profunda do que simplesmente “eu gosto de transar como homens ou transar com mulheres”, que esteja preparado para falar um pouco mais de seus sentimentos, de como isso surgiu, da dificuldade que tem sido, do medo que ele tem de repente não ser amado, de ser rejeitado, não ser aceito, a expectativa que ele tem dos pais de que continuem a amá-lo da mesma maneira, porque ele é a mesma pessoa, então estar mais preparado para falar de uma maneira muito mais significativa e profunda do que é a orientação sexual do que simplesmente dar uma conotação sexual. È importante que ele tenha clareza para entender na verdade o que é uma orientação homossexual, que na verdade é uma atração que não é puramente sexual, mas também emocional, afetiva, é espiritual, estar preparado para dizer “olha, isso não é uma coisa que eu estou escolhendo, eu não aprendi com ninguém”.


A importância das amizades

Fora do núcleo familiar, é importante que esse jovem desenvolva certas alianças também na comunidade homossexual. Aqui no Brasil ainda é uma coisa muito complicada, mas pessoas que possam dar a ele esse suporte, que possam, numa eventual situação de conflito familiar, a quem ele pode recorrer para ter algum suporte emocional, para não sentir abandonado. No Estados Unidos, porexemplo, é muito legal, você tem várias associações, tipo ONGs que nós temos no Brasil, que dão suporte para esse cara, ele recebe folhetos, vídeo, faz reuniões de “coming out”, ele se prepara para lidar com isso, tem o apoio da comunidade. Então, na medida do possível, ele ter algum suporte, algum amigo mais velho, que tenha passado por esse situação.

Esconder demais pode ser perigoso

Uma outra coisa em relação ao jovem que é muito importante: cuidado para não ser descoberto, que é uma coisa muito pior. Geralmente o jovem não conta, principalmente numa sociedade como a nossa em que as pessoa adoram viver na ambigüidade, ninguém fala nada, todo mundo sabe, mas ninguém quer falarabertamente, e aí se descobre e é muito mais complicado, tem a mentira, a falta de confiança. Quando a mãe descobre que aquela amiguinha com quem ele sai não é uma amiguinha, é um amiguinho, aí acaba tendo uma outra variável, que é a perda de confiança dos pais. Mas não tem uma regra pra isso, porque é muito difícil, mas, se ele decidir fazer, se achar que é o melhor caminho para ele, esse são os cuidados básicos: planejar e evitar ser descoberto.

Como eu me inscrevo no Grupo E-Mogi ?

1º PASSO:
Digite seu e-mail no campo de inscrição, e clique no botão do Yahoo Grupos. (Não precisa ter conta no Yahoo!)

2º PASSO:
Foi enviado para seu email, um link para confirmar sua inscrição (recomendo o Gmail!).

3° PASSO:
Acesse o link de confirmação.

4º PASSO:
Nessa página você conhece sobre o grupo e obtem algumas informações sobre sua formação.

Logo no final da página, preste atenção.

- Se você preferir usar uma conta do Yahoo para participar do Grupo, você pode entrar com seu ID e Senha, ou criar uma conta.

Para facilitar, logo abaixo do quadro você pode entrar na lista de discussão com seu próprio e-mail. (Recomendo essa opção, é mais rápido).

Pronto! Você é um novo membro do E-Mogi, você irá receber em seu email informações de como participar da lista de discussões.

Esperamos você!

(Tempo estimado de cadastro: 1Minuto)